A glândula parótida, localizada na região próxima à mandíbula, é uma das principais responsáveis pela produção de saliva, essencial para a digestão e saúde bucal.
No entanto, como qualquer órgão do corpo, ela pode ser afetada por alterações, como o desenvolvimento de tumores.
O tumor de parótida é uma condição que pode gerar preocupação, mas nem sempre significa algo grave.

Existem tipos benignos e malignos, cada um com características específicas que influenciam os sintomas e o tratamento necessário.
Neste artigo, vamos explicar, de forma simples e clara, o que é um tumor de parótida, seus sintomas, como é diagnosticado e as opções de tratamento disponíveis.
Nosso objetivo é ajudá-lo a entender melhor essa condição e saber quando procurar ajuda médica.
Por que se consultar com o Dr. Henrique Rezende Cançado?
O Dr. Henrique Rezende Cançado é um especialista renomado em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, com ampla formação e experiência.
Sua dedicação à área da saúde é demonstrada por sua trajetória acadêmica, prática clínica e compromisso com o avanço do conhecimento médico.
Destaques de sua formação e experiência:
- Formação sólida: Graduado em Medicina pela UFMG, uma das universidades mais respeitadas do Brasil.
- Especialização de excelência: Concluiu residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Hospital das Clínicas da UFMG, onde também atua como preceptor, compartilhando seu conhecimento com novos médicos.
- Membro de associações renomadas: É membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço, reafirmando seu comprometimento com os mais altos padrões da profissão.
- Atuação hospitalar reconhecida: Integra o corpo clínico do Hospital Mater Dei, um dos mais prestigiados de Minas Gerais.
Contribuição científica e reconhecimento profissional:
Além de sua prática clínica, o Dr. Henrique também contribui para o avanço da medicina com a publicação de artigos científicos em revistas nacionais e internacionais.
Esse envolvimento reflete sua busca contínua por inovação e excelência no cuidado de seus pacientes.

Por que escolher o Dr. Henrique?
Ao optar pelo Dr. Henrique Rezende Cançado, você estará em boas mãos, com um profissional que une conhecimento técnico, experiência prática e atenção personalizada.
Ele é dedicado a oferecer diagnósticos precisos e tratamentos que priorizam o bem-estar e a qualidade de vida de seus pacientes.
O que é a glândula parótida e qual sua função?
A glândula parótida é a maior das glândulas salivares. Ela está localizada em cada lado do rosto, próxima à mandíbula, logo abaixo das orelhas.
Sua principal função é produzir saliva. A saliva é essencial para:
- Ajudar na digestão dos alimentos.
- Lubrificar a boca e a garganta.
- Proteger contra bactérias que causam infecções.
Além disso, a glândula parótida desempenha um papel importante na fala e no conforto bucal.
Alterações desta glândula podem causar sintomas que precisam de atenção médica.

O que é um tumor de parótida?
Um tumor de parótida é uma alteração que ocorre na glândula parótida.
Ele acontece quando as células dessa glândula começam a crescer de forma descontrolada.
A maioria dos tumores de parótida é benigna, ou seja, não representa risco de espalhar para outras partes do corpo.
No entanto, alguns podem ser malignos, o que exige atenção especial.
Os tumores podem se desenvolver em qualquer área da glândula parótida. Eles variam em tamanho, forma e comportamento.
Fatores importantes sobre os tumores de parótida:
- São mais comuns em adultos, mas também podem ocorrer em crianças.
- Geralmente, crescem lentamente, especialmente os benignos.
- Os malignos podem crescer mais rápido e apresentar outros sinais preocupantes.
Principais diferenças entre tumores benignos e malignos:
- Benignos:
- Geralmente não causam dor.
- Crescem lentamente.
- Raramente afetam outras partes do corpo.
- Malignos:
- Podem ser dolorosos ou causar desconforto.
- Podem crescer rapidamente.
- Têm potencial de se espalhar para outras áreas.
- Invadem as estruturas adjacentes à parótida como a pele ou os nervos da face.
Os tumores de parótida podem ser tratados com sucesso quando diagnosticados e tratados precocemente.
Por isso, é essencial procurar um especialista caso note alterações na região da mandíbula ou próximo às orelhas.
Quais são os principais tipos de tumor de parótida?
Os tumores de parótida podem ser divididos em dois grandes grupos: benignos e malignos.
Cada tipo apresenta características próprias e requer atenção médica para diagnóstico e tratamento adequados.

Tumores benignos
São os mais comuns. Crescem lentamente e, na maioria dos casos, não oferecem risco à vida. Entre os principais tipos estão:
- Adenoma pleomórfico:
- É o tipo mais comum de tumor benigno.
- Cresce devagar.
- Geralmente é indolor e bem delimitado.
- Tumor de Warthin:
- Mais frequente em pessoas acima de 50 anos.
- Pode afetar apenas um lado do rosto ou ser bilateral.
- Geralmente está associado a fatores como tabagismo.
Tumores malignos
São menos frequentes, mas podem crescer rapidamente e causar sintomas mais intensos. Entre os mais comuns estão:
- Carcinoma Mucoepidermoide:
- É o tumor maligno mais comum na glândula parótida.
- Pode variar em gravidade, dependendo do estágio e grau de diferenciação.
- Carcinoma adenóide cístico:
- Cresce lentamente, mas pode invadir tecidos próximos.
- É conhecido por causar dor em alguns casos.
- Tem uma tendência à invasão do nervo facial.
- Carcinoma de células acinares:
- Geralmente tem um crescimento mais lento, porém existe um pequeno sub-grupo com crescimento rápido.
- Pode ser confundido com tumores benignos no início pelo crescimento lento.
Outras considerações importantes:
- Tumores benignos, como por exemplo o adenoma pleomórfico, podem se transformar em malignos se não forem operados.
- O diagnóstico precoce é essencial para determinar o tipo de tumor e o tratamento necessário.
Ao perceber alterações na região da glândula parótida, é importante procurar um cirurgião de cabeça e pescoço.
Esse profissional pode orientar o diagnóstico e propor o tratamento mais adequado.
Tumores benignos X malignos: qual a diferença?
Os tumores de parótida podem ser classificados em benignos ou malignos.
Essa diferença é fundamental para determinar os sintomas, o comportamento do tumor e o tratamento necessário.
Tumores benignos
- Crescem lentamente.
- Geralmente, não causam dor.
- Não invadem tecidos vizinhos.
- Raramente se espalham para outras partes do corpo.
- Normalmente têm bordas bem definidas.
Tumores benignos podem ser tratados com cirurgia.
Apesar de não serem perigosos, precisam ser removidos para evitar crescimento que cause desconforto ou risco de transformação maligna.
Tumores malignos
- Podem crescer rapidamente.
- Apresentam maior chance de causar dor ou desconforto.
- Podem invadir tecidos próximos, como pelo, músculos ou nervos.
- Têm potencial para se espalhar para outras partes do corpo (metástase).
- Podem disseminar para os linfonodos do pescoço.
Tumores malignos requerem um tratamento mais abrangente.
Além da cirurgia, outras abordagens podem ser necessárias, dependendo do estágio e da extensão do tumor.
Como diferenciar benignos de malignos?
É impossível saber apenas olhando ou palpando o tumor. Um especialista realiza exames para:
- Avaliar o crescimento e a consistência do tumor.
- Identificar sinais de invasão de outros tecidos como a pele.
- Avaliar se existem outros nódulo no pescoço sugestivos de disseminação do tumor
- Presença de assimetria na face pela invasão de nervos

Por que é importante consultar um médico?
Tumores, mesmo benignos, podem crescer, causar desconforto ou mesmo sofrer trasnsformção malgina. Já os malignos exigem tratamento imediato para alcançar maiores taxas de cura.
Procurar um cirurgião de cabeça e pescoço ao notar alterações na região da parótida é o primeiro passo para um diagnóstico e tratamento adequados.
Quais são os sintomas mais comuns do tumor de parótida?
Os sintomas de um tumor de parótida podem variar de acordo com o tipo e o tamanho do tumor.
Em muitos casos, os sinais aparecem de forma gradual e podem ser confundidos com outras condições.
Sinais e sintomas mais comuns:
- Nódulo ou caroço na região da mandíbula, próximo a orelha:
- Geralmente indolor no início.
- Pode crescer com o tempo.
- Inchaço na face ou pescoço:
- Pode ser percebido em apenas um lado.
- É um sintoma mais comum em inflamações locais, mas pode ocorrer em tumores mais graves
- Aumenta com o crescimento do tumor.
- Dor ou desconforto local:
- Mais comum em tumores malignos.
- Pode irradiar para o ouvido ou mandíbula.

- Dificuldade para abrir ou movimentar a boca:
- Ocorre em casos de tumores maiores.
- Pode estar associado à invasão de músculos ou nervos.
- Dormência ou formigamento no rosto:
- Indica possível envolvimento de nervos.
- Pode ocorrer em tumores malignos.
- Alterações no rosto, como fraqueza muscular:
- Pode causar dificuldade para fechar os olhos ou sorrir.
- É um sinal de possível comprometimento do nervo facial.
Outros sinais menos comuns:
- Rouquidão ou dificuldade para engolir.
- Sensação de pressão na região do pescoço.
Por que é importante ficar atento?
Nem todos os tumores apresentam sintomas logo no início.
Por isso, qualquer alteração na região da mandíbula, face ou pescoço deve ser avaliada por um especialista.
O diagnóstico precoce aumenta as chances de um tratamento mais simples e eficaz, seja o tumor benigno ou maligno.
Ao notar algum desses sinais, procure um cirurgião de cabeça e pescoço.
Como é feito o diagnóstico do tumor de parótida?
O diagnóstico de um tumor de parótida envolve uma avaliação cuidadosa por um especialista.
É importante identificar o tipo de tumor para planejar o tratamento adequado.
1. Avaliação clínica
O primeiro passo é uma consulta com o médico. Durante a consulta, ele:
- Examina a região da boca, mandíbula e do pescoço.
- Procura por nódulos, inchaços ou assimetrias.
- Avalia possíveis sinais como dor, dormência ou fraqueza no rosto.
- Faz perguntas sobre o histórico de saúde e os sintomas do paciente.
2. Exames de imagem
Os exames ajudam a visualizar o tumor e entender suas características. Os mais comuns são:
- Ultrassonografia:
- Mostra a localização e o tamanho do tumor.
- Ajuda a identificar se o nódulo é sólido ou contém líquido.
- Tomografia computadorizada (TC):
- Fornece imagens detalhadas da glândula parótida e tecidos ao redor.
- Indica se há invasão de outras estruturas.
- Ressonância magnética (RM):
- Mostra com mais precisão o envolvimento de nervos ou tecidos vizinhos.

3. Punção aspirativa com agulha fina (PAAF)
Este exame é utilizado para coletar células do tumor.
- Um médico insere uma agulha fina na glândula e retira uma amostra.
- A amostra é analisada em laboratório para verificar se o tumor é benigno ou maligno.
4. Exame histopatológico:
Na imensa maioria dos tumores de parótida a biópsia incisional (retirada de apenas um fragmento do tumor) não está indicada.
A biópsia incisional pode acarretar aumento de recorrência do tumor ou lesão do nervo facial.
A partir dos exames citados anteriormente o médico já pode indicar a cirurgia para remoção de todo o tumor.
Com a remoção de todo tumor, o material retirado é enviado para análise histopatológica.
- Esse exame confirma o diagnóstico final.
- Ajuda a entender o comportamento do tumor e guiar o tratamento.
Por que procurar um especialista?
O diagnóstico correto exige conhecimento técnico e acesso a exames especializados.
Um cirurgião de cabeça e pescoço é o profissional indicado para conduzir essa avaliação.
Identificar o tumor precocemente aumenta as chances de sucesso no tratamento.
Ao perceber alterações na região da parótida, busque atendimento médico.
Quais são os tratamentos disponíveis?
O tratamento adequado para o tumor de parótida benigno ou maligno é cirúrgico.
A extensão da cirurgia depende do tipo, tamanho e estágio do tumor.
A avaliação de um especialista é essencial para determinar a melhor abordagem.
Os tratamentos complementares como radioterapia ou quimioterapia após a cirurgia podem ser necessários em tumores malignos.
Em alguns casos pouco comuns a cirurgia não é possível sendo indicados outros tratamentos.
1. Cirurgia
A cirurgia é o tratamento deescolha para tumores de parótida, tanto benignos quanto malignos.
- Parotidectomia parcial:
- Indicado para tumores localizados em uma parte da glândula.
- Remove apenas a porção superficial da glândula, preservando o restante do tecido saudável.
- Parotidectomia total:
- Usada para tumores maiores ou malignos.
- Remove toda a glândula parótida.
Durante a cirurgia, o médico toma cuidado para proteger o nervo facial.
Este nervo é responsável pelos movimentos do rosto e passa pela glândula parótida.
2. Radioterapia
A radioterapia pode ser usada em casos de tumores malignos.
- Geralmente é indicada após a cirurgia para tumores mais agressivos ou avançados.
- Ajuda a reduzir o risco de recorrência.
- Pode ser usada como tratamento principal em casos em que a cirurgia não é viável.
3. Quimioterapia
A quimioterapia também pode ser usada em casos de tumores malignos.
- Geralmente é indicada após a cirurgia associado a radioterapia para tumores mais agressivos ou avançados.
- Ajuda a reduzir o risco de recorrência em casos especíificos.
- Pode ser usada como tratamento principal associado a radioterapia em casos em que a cirurgia não é viável.

3. Terapia combinada
Em alguns casos, pode ser necessário combinar tratamentos.
- Cirurgia seguida de radioterapia.
- Cirurgia seguida de radioterapia e quimioterapia
- Outras abordagens podem ser recomendadas, dependendo da complexidade do caso.
4. Acompanhamento médico
Mesmo após o tratamento, o acompanhamento é essencial.
- Permite monitorar a recuperação.
- Ajuda a identificar possíveis recidivas precocemente.
Fatores que influenciam o tratamento
- Tipo do tumor (benigno ou maligno).
- Tamanho e localização do tumor.
- Envolvimento de tecidos próximos ou nervos.
- Condições de saúde do paciente.
Por que procurar um especialista?
Um cirurgião de cabeça e pescoço é o profissional capacitado para avaliar, diagnosticar e tratar tumores de parótida.
O diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso no tratamento e minimiza complicações.
Se você notar alterações na região da parótida próxima a mandíbula ou pescoço, busque ajuda médica imediatamente.
É possível prevenir o tumor de parótida?
Embora não seja possível prevenir todos os casos de tumor de parótida, algumas atitudes podem reduzir os riscos.
Manter hábitos saudáveis e evitar fatores que aumentam as chances de alterações nas glândulas salivares são os principais cuidados.
1. Evite o tabagismo
O cigarro está associado a um maior risco de tumores, como por exemplo o tumor de warthin.
- Parar de fumar diminui o risco de várias condições de saúde, incluindo tumores.
- Evitar ambientes com fumaça também é importante.
2. Proteja-se de radiações desnecessárias
A exposição à radiação ionizante pode aumentar o risco de tumores.
- Evite exposição desnecessária a raios X ou outros tipos de radiação.
- Sempre siga as orientações médicas ao realizar exames ou tratamentos que envolvam radiação.
3. Mantenha uma dieta equilibrada
Uma alimentação saudável fortalece o sistema imunológico e pode ajudar na prevenção de tumores malignos.
- Consuma frutas, vegetais e alimentos ricos em antioxidantes.
- Evite alimentos ultraprocessados e ricos em gorduras saturadas.

4. Realize consultas regulares com um médico
O acompanhamento médico é essencial para detectar alterações precocemente.
- Avaliação médica precoce ajuda a identificar alterações das glândulas salivares.
- Consulte um especialista se notar qualquer nódulo, inchaço ou desconforto na região da mandíbula ou pescoço.
Por que adotar esses cuidados?
Embora nem todos os fatores de risco possam ser controlados, hábitos saudáveis reduzem a chance de desenvolvimento de tumores.
Além disso, a detecção precoce aumenta as chances de sucesso no tratamento, caso um tumor se desenvolva.
Cuidar da saúde é o primeiro passo para prevenir doenças e manter a qualidade de vida.
Quando procurar um especialista em cabeça e pescoço?
Um especialista em cabeça e pescoço é o médico indicado para avaliar alterações na região da face, pescoço, boca, garganta, laringe e também de glândulas salivares, incluindo a glândula parótida.
Procurar ajuda médica no momento certo pode fazer toda a diferença no diagnóstico e no sucesso do tratamento.
Procure um especialista se você notar:
- Nódulo ou inchaço na região da mandíbula ou pescoço:
- Especialmente se crescer ou persistir por mais de duas semanas.
- Mesmo que não cause dor, precisa ser avaliado.
- Dor na mandíbula, pescoço ou ao redor do ouvido:
- Pode indicar problemas na glândula parótida ou tecidos próximos.

- Fraqueza ou dormência no rosto:
- Como dificuldade para sorrir ou fechar os olhos.
- Pode estar relacionado a alterações no nervo facial.
- Dificuldade para abrir a boca ou engolir:
- Sinal de que o tumor pode estar pressionando estruturas próximas.
- Alterações estéticas:
- Assimetrias no rosto ou pescoço causadas por inchaços ou nódulos.
Outros sinais que exigem atenção:
- Crescimento rápido de um nódulo.
- Vermelhidão ou calor na região.
- Recorrência de infecções ou inflamações na glândula salivar.
Por que buscar um especialista rapidamente?
- O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamentos menos invasivos e mais eficazes.
- Tumores benignos podem crescer e causar desconforto ou alterações estéticas.
- Tumores malignos exigem tratamento rápido para evitar complicações e alcançar maiores chances de cura.
O que o especialista fará na consulta?
- Avaliará os sintomas e o histórico de saúde.
- Realizará exames físicos para identificar alterações.
- Solicitará exames complementares, se necessário, como ultrassonografia ou biópsia.
- Explicará detalhadamente sobre a sua condição e qual o tratamento adequado.
Cuide da sua saúde
Se você notar qualquer alteração na região do rosto ou pescoço, não espere os sintomas piorarem.
Um cirurgião de cabeça e pescoço é o profissional mais indicado para oferecer um diagnóstico preciso e o melhor tratamento.
Perguntas Frequentes sobre tumor de Parótida
O tumor de parótida pode gerar dúvidas. Abaixo, respondemos às perguntas mais comuns sobre o tema.
1. Tumor de parótida é sempre maligno?
Não. A maioria dos tumores de parótida é benigna.
Tumores benignos crescem lentamente e raramente se espalham para outras partes do corpo.
No entanto, alguns tumores podem ser malignos, exigindo tratamento imediato.
2. Quais os primeiros sinais de um tumor de parótida?
Os sinais mais comuns incluem:
- Nódulo ou inchaço na região próxima à mandíbula.
- Assimetria na face ou pescoço.
Se você notar algum desses sintomas, procure um médico.
3. Um tumor benigno pode virar maligno?
No caso do tumor de parótida, um caso a princípio benigno pode ao longo dos anos malignizar, tornando-se um tumor maligno.
É importante fazer o tratamento do tumor com um especialista, pois o tratamento precoce pode evitar complicações.
4. É possível viver normalmente com um tumor de parótida?
O recomendado para os tumores de parótida é realizar a ressecção cirúrgica diante do diagnóstico.
O tratamento cirúrgico permite confirmar o diagnóstico histológico do tumor, evita o crescimento da lesão e exclui o risco de malignização de lesões benignas.
5. Como é a recuperação após a cirurgia?
A recuperação varia de pessoa para pessoa.
- Geralmente, o paciente pode voltar às atividades leves em poucos dias.
- Pode ocorrer sensibilidade ou dormência temporária na pele da região operada.
- O médico fornecerá orientações para garantir uma boa recuperação.
6. O tratamento sempre inclui cirurgia?
A cirurgia é o tratamento mais incidicado especialmente para remover tumores benignos e malignos.
Em alguns casos de tumores malignos, outros tratamentos, como radioterapia, podem ser necessários após a cirurgia.
7. Existe risco de o tumor voltar?
Tumores benignos têm baixa chance de recorrência após a remoção completa.
Tumores malignos podem voltar em alguns casos, especialmente se não forem tratados adequadamente.
O acompanhamento regular ajuda a prevenir problemas futuros.
8. O que pode causar um tumor de parótida?
As causas não são totalmente conhecidas.
Fatores como exposição à radiação, a pó de madeira (serragem), a sílica, infecção pelo vírus EBV e tabagismo podem podem causar o tumor. Porém a maioria dos casos não têm uma causa identificável.
9. Crianças também podem ter tumor de parótida?
Sim, embora seja mais raro. Tumores em crianças geralmente são benignos, mas também precisam de avaliação e tratamento.

10. Quando devo procurar um especialista?
Procure um especialista se notar qualquer nódulo, inchaço ou alteração na região da mandíbula, face ou pescoço.
Sintomas como dor ou fraqueza no rosto também devem ser avaliados imediatamente.
Conclusão
Esclarecer dúvidas sobre o tumor de parótida é essencial para tomar decisões informadas sobre a saúde.
Caso ainda tenha perguntas, não hesite em buscar ajuda de um cirurgião de cabeça e pescoço.
A orientação profissional é o melhor caminho para o diagnóstico e tratamento adequados.